Há momentos em que as palavras parecem não encontrar lugar. Outras vezes, elas se repetem, insistem, retornam sob a forma de sintomas, angústias, conflitos ou perguntas que não cessam.
A psicanálise parte da aposta de que há algo a ser escutado naquilo que cada sujeito diz, e também naquilo que escapa ao que pretende dizer. Não se trata de oferecer respostas prontas, conselhos ou caminhos previamente definidos, mas de construir um espaço em que a fala possa acontecer e produzir seus próprios efeitos.
Falar é mais do que relatar acontecimentos. Ao colocar em palavras aquilo que nos atravessa, algo da nossa relação com o desejo, com a história e com os modos de sofrer pode começar a ganhar novos contornos. É nesse trabalho de escuta que a singularidade de cada um encontra lugar.
A escuta psicanalítica não busca enquadrar a experiência em explicações gerais nem eliminar rapidamente o sofrimento. Ela acolhe o tempo de cada percurso, reconhecendo que cada sujeito constrói, à sua maneira, as respostas possíveis para aquilo que vive.
Como escreveu Freud, “não acreditamos mais que o acaso governe a sequência dos acontecimentos psíquicos”. Aquilo que se repete, aquilo que insiste e aquilo que nos inquieta podem dizer algo sobre nossa própria história quando encontram um espaço de escuta.
Os atendimentos acontecem de forma presencial e também on-line.
Se você sente que é tempo de falar, este pode ser um lugar para começar.
Mais informações: whatsapp (41 99244.2312) ou tatiana@espacodobemestar.com
Abraços,
Tati Girardi

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